
A vida toma rumos,
coisas acontecem,
Mas a solidão sempre volta
Mais madura, talvez.
Ou será que simplesmente a aceitamos
Tentamos odiar quem
Um dia amamos
para evitar que sofremos.
Mas será que odiar e tentar esquecer
É amadurecer.
A vida, sempre a vida.
Cada qual com seus sonhos, alegrias
Tristezas que vem e se vão.
A vida
Ao mesmo tempo que parece simples,
Tão complicada.
Basta aceitar, quem somos e quem fomos
Tudo muda, as pessoas, os amores
Mas as alegrias que um dia vivemos
Nunca irá mudar.
Passado...
É senhor passado,
Como nos tornou pessoas melhores
É uma pena que poucos entendam
Que se deve guardar as coisas boas
Pois então, senhorita solidão...
Até quando irá nos amar tanto
Pois bem, senhor que vive.
Até o dia que esquecer
Que um dia fomos amantes
Vida...
Basta viver
E aguardar que um sorriso mude tudo.
Guilherme Perottoni
Pois então, senhorita solidão...
ResponderExcluirAté quando irá nos amar tanto
A solidão é companheira de uma vida inteira, amante suprema daqueles que conseguem conviver em paz consigo mesmos, daqueles que vivem em seus mundos, a solidão nada mais é do que parte de nós, se não a outra parte de nós.
Por muitas vezes procuramos nos outros encontrar aquilo que esta em nós e por isso não encontramos, somos únicos, procuramos nos outros traços de nós, isso não existe.
Por isso a sólidão se torna nossa fiel companheira, escudeira das horas tristes.